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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Lumiar


Hoje eu acordei sem a dor de cabeça que me atormentava há três dias. Ouvi o ressonar do homem  que amo ao meu lado, lembrei-me de Deus e agradeci ser Feliz

Fui para o alpendre de minha casinha branca com ripas azuis e brancas, de pijama, enrolada num edredom e calçando meias de lãs roxas ouvindo o som dos pássaros que apesar da chuva fininha teimam em cantar: tem saíras azuis e verdes, bem-te-vis, canário e sua coroia, tié sangue, os meus lindos periquitinhos e toda uma espécie de pássaros que nem sei nomear.

O som que chega aos meus ouvidos é lindo e quando ergo o olhar vejo-os. Cada um com seu pio lá nas alturas das árvores. Olha só o som do sabiá falando, ou cantando, sem parar “me deixa, me deixa, me deixa”(meu marido para implicar diz que é som de celular) com seu canto majestoso e o mais alto do lugar.

Quanto menos se espera passam meus periquitinhos verdes fazendo a maior algazarra e eu como criança de onde estiver corro para vê-los, nem que seja por um segundo.

O galo canta: tá na hora de acordar e a passarada aumentam o seu cantar.

...sinto uma paz, um sossego em meu coração...

E a chuva, essa menina travessa, não consegue entristecer o lugar e o meu coração muito mais feliz chora de emoção e me fala Lu, este é o seu lugar.

Devo isso a tantas pessoas que não tenho como agradecer, meus pais, minhas irmãs, meus filhos mas há pessoas muito especiais que fizeram este sonho se realizar e a eles eu dedico este momento: minha mãe, meu cunhado Nel, que embarcou no meu sonho, minha adorada Dindinha ( já a elegi minha dindinha também) e ao meu marido que sempre está ao meu lado em todos os momentos.

Essa paz eu devo a vocês e com ela eu renasço todos os dias.

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